WhatsApp apresenta sua nova revolução: Canais!

jun. 16, 2023

Mas o que muda na experiência de consumidores, empresas e usuários em geral?

O WhatsApp acaba de anunciar sua mais nova funcionalidade: Os canais. E a promessa é que, com eles, será possível receber atualizações importantes de pessoas e organizações de forma simples, confiável e privada, diretamente no seu aplicativo. Bem como será possível realizar negociações entre os administradores e a audiência do canal. A novidade promete proporcionar um diálogo mais direto entre as partes, e pode ressignificar a forma como o WhatsApp contribui para os negócios, e a maneira como a monetização acontece na plataforma. E é sobre isso que falaremos neste post.



Sobre a nova funcionalidade:


Os Canais serão uma ferramenta de transmissão unidirecional que permitirão aos administradores enviar texto, fotos, vídeos, figurinhas e enquetes, direto para os participantes, sem a necessidade de disparo de uma lista de transmissão. Eles estarão disponíveis em uma nova aba chamada "Atualizações", separada das conversas com familiares, amigos e comunidades. 


Vale ressaltar que, sendo uma comunicação unidirecional, os seguidores do canal não poderão interagir uns com os outros, tal qual nos atuais grupos, ou como acontece nos canais do Telegram, por exemplo. Além disso, inicialmente as mensagens não serão criptografadas (ainda que a intenção da plataforma seja sim de implementar a segurança adicional após o lançamento) para permitir que as buscas por interesse tenham resultados significativos. 


E, para facilitar a descoberta de canais de interesse, o WhatsApp está criando um diretório pesquisável, onde será possível encontrar uma variedade de temas, como hobbies, equipes esportivas e atualizações de celebridades ou autoridades locais. Além disso, os canais também poderão ser acessados por meio de links de convite.


As questões de segurança e privacidade:


O WhatsApp declara que a privacidade ainda é uma prioridade. Portanto, os administradores de canais não terão acesso a outras informações pessoais, como número de telefone e foto de perfil, exibidas aos seguidores. Da mesma forma, ao seguir um canal, seu número de telefone não será revelado aos administradores ou a outros seguidores. Embora os contatos de seguidores e administradores não sejam visíveis entre eles, o próprio WhatsApp manterá para si a posse dessa informação. 


O histórico do canal será armazenado nos servidores do WhatsApp por até 30 dias, mas também haverá opções para que as atualizações desapareçam rapidamente dos dispositivos dos seguidores. Os administradores poderão bloquear capturas de tela e encaminhamentos no canal.



Sobre o lançamento da funcionalidade:


A Meta, empresa dona do Facebook, Instagram e também do WhatsApp (cujo CEO ainda segue sendo o famoso Mark Zuckerberg), está trabalhando em parceria com vozes globais e organizações selecionadas na Colômbia e em Singapura para aprimorar a experiência dos Canais. Nos próximos meses, o recurso será disponibilizado em mais países e qualquer pessoa poderá criar um canal. Como o Brasil é o segundo maior público do WhatsApp, com cerca de 108,6 milhões de usuários (atrás apenas da Índia, que tem mais de 390 milhões), a novidade não deve demorar para chegar por aqui. 


O Meta ressalta que os Canais complementam a função principal do WhatsApp que, segundo a empresa, ainda é a troca de mensagens privadas entre amigos, familiares e comunidades, em detrimento da movimentação de negócios. A empresa declara acreditar que este é o momento ideal para lançar essa ferramenta de transmissão simples, confiável e privada, e espera que os usuários apreciem seu uso nos próximos meses e anos.


Sobre a monetização e as novas oportunidades de negócio:


No anúncio do lançamento, o WhatsApp fez a seguinte declaração: “Também acreditamos que há uma oportunidade de apoiar os administradores ao oferecer uma forma para eles criarem um negócio relacionado ao canal com o uso dos nossos serviços de pagamento em expansão, bem como ao permitir a promoção de certos canais no diretório para ajudar a aumentar a divulgação.” 

Nesta declaração, a plataforma deixa claro que, tal qual pretende disponibilizar meios para que os administradores ofertem e negociem serviços e produtos com seus seguidores, também oferecerá recursos de campanhas de alguma forma de promoção (possivelmente com anúncios ou similares) para que os administradores promovam seus negócios. Ou seja, assim como já ocorre fortemente com o Facebook e o Instagram, o WhatsApp passará a monetizar ainda mais para o Meta, de alguma forma. 


Uma vez que os seguidores de um determinado canal receberão informações de interesse e ofertas de produtos relacionados, tudo sem sair do canal e do aplicativo, a dinâmica de negócio muda completamente. Já está claro que os meios de pagamento em expansão serão fornecidos, mas pouco ainda se sabe sobre quais serão estes recursos de promoção,  e como será possível fazer a gestão destas campanhas. Haverá a possibilidade/necessidade de um intermediador Meta Ads Partner? Os administradores terão recursos automatizados e autônomos para produzir e gerir estes materiais de promoção? E, além de meios de pagamento, que outros recursos logísticos (entrega, devolução, garantias etc) serão intermediados pela plataforma?


O WhatsApp é um gigante, mas está copiando o Telegram?


O lançamento da funcionalidade Canais faz todo sentido para o WhatsApp. Mas, como muitos de nós sabemos, não é nenhuma novidade no mercado. Muitas empresas já utilizam os canais do Telegram para a mesma funcionalidade anunciada pelo WhatsApp. Se ele puder replicar a popularidade dos canais do Telegram, poderá atrair empresas e outros canais populares de outras plataformas para seu ecossistema. 


O WhatsApp é um dos aplicativos de bate-papo mais usados em todo o mundo, com mais de dois bilhões de usuários. É o aplicativo de bate-papo mais usado em mais de 100 países e está entre os poucos aplicativos baixados mais de cinco bilhões de vezes. A Meta informou que o WhatsApp for Business já gerou mais de 900 milhões de dólares em receita. Mas, ainda assim, existem algumas áreas em que o WhatsApp pode melhorar, e muito, para atender a um nicho de usuários que consideram o Telegram mais amigável. 


Uma das implementações poderia ser a sincronização de conversas na nuvem, permitindo que os usuários alternem entre dispositivos e acessem suas mensagens sem problemas. Além disso, a este ponto, o WhatsApp poderia se esforçar para introduzir recursos mais exclusivos e originais, em vez de imitar recursos que outros aplicativos já implementaram. 


No entanto, é importante reconhecer que, embora essas sugestões possam não ser atendidas, o WhatsApp manterá sua posição de liderança na base de usuários devido à sua entrada precoce no mercado e ampla recepção positiva em todo o mundo. Além do fato, claro, de que o aplicativo conta com a vantagem de ser parte de um dos maiores conglomerados
tecnológicos do mundo. 


E você, está ansioso pela novidade dos Canais no WhatsApp?



Fontes:


https://blog.whatsapp.com/introducing-whatsapp-channels-a-private-way-to-follow-what-matters

https://techcabal.com/2023/06/15/whatsapp-channels-launched/

https://teg6.com/112643/noticias/whatsapp-apresenta-canais-uma-forma-privada-de-enviar-e-receber-transmissoes/

https://googlediscovery.com/2023/06/12/whatsapp-apresenta-recurso-channels-inspirado-no-canais-do-telegram/

https://www.techlusive.in/apps/whatsapp-will-soon-alert-you-when-channels-become-available-has-context-menu-1383468/


16 jun., 2023
Entenda os três conceitos-chave por trás desse novo comportamento do público
31 mai., 2023
A inteligência artificial (IA) tem se tornado cada vez mais presente em nossas vidas, desempenhando papéis fundamentais em diversos setores, e se popularizando cada vez mais, em especial após o “boom” do chat GPT (que em apenas dois meses atingiu 100 milhões de usuários ativos, um feito inédito até o momento que nem o TikTok havia alcançado). No entanto, surgem debates e preocupações sobre o impacto que a IA pode ter no futuro da humanidade. Neste blogpost, refletiremos sobre as perspectivas em torno da questão: a IA representa a extinção da raça humana ou um novo começo com novas possibilidades, inclusive o de prolongar a existência das pessoas? Exploraremos diferentes argumentos, analisando riscos e benefícios em cada uma das 3 etapas da evolução previstas para a IA. Etapa Atual: IA Limitada - Inteligência Artificial Estreita - Artificial Narrow Intelligence (ANI) Atualmente, a IA está em sua fase inicial, sendo usada para automatizar tarefas rotineiras e tomar decisões com base em algoritmos predefinidos. É assim chamado porque se concentra estritamente em uma única tarefa, realizando trabalhos repetitivos dentro de um intervalo predefinido por seus criadores. Todos os programas e ferramentas que usam IA hoje, mesmo os mais avançados e complexos, são formas de ANI. E esses sistemas estão por toda parte. Os smartphones estão cheios de aplicativos ANI, como mapas GPS, programas de música e vídeo que analisam seus hábitos e fazem recomendações. Mesmo assistentes virtuais como Siri e Alexa são variáveis de ANI. Sistemas ANI não têm autoconsciência, um traço da inteligência humana. Mas alguns especialistas acreditam que sistemas programados para aprender automaticamente (machine learning), como ChatGPT ou AutoGPT, um "agente autônomo" que emprega informações do ChatGPT para executar determinadas sub tarefas autonomamente, podem passar para o próximo estágio de desenvolvimento. Especialistas argumentam que, embora a IA possa substituir empregos repetitivos, ela também tem o potencial de criar novas oportunidades. Por exemplo, a automação de tarefas monótonas permite que os humanos se concentrem em atividades criativas e estratégicas. E daí, é com a gente: como estamos preparando a governança para esta mudança? De que forma as pessoas estão sendo educadas para assimilar a tecnologia em sua rotina? Estamos formando uma nova geração de trabalhadores aptos a atividades menos operacionais e mais estratégicas ou criativas? Nossa legislação prevê regulamentação para tais mudanças?
Por Digimax Criação 13 mar., 2023
Independentemente de seus segmentos e estágios de maturidade digital, é inegável que cada vez mais as empresas buscam impulsionar o próprio desenvolvimento por meio dos recursos tecnológicos mais variados . Em uma era de digitalização acelerada, terrenos antes inexplorados trazem à tona novos temas e, junto deles, inúmeros questionamentos e desafios. Afinal, resiliência cibernética é uma tendência realmente necessária? Ou é apenas uma denominação diferente para cibersegurança? Os dados da sua empresa estão realmente protegidos? Continue lendo e entenda mais sobre o assunto.
Por David Nakagawa 03 jan., 2023
Em meio a obstáculos imprevistos, os planos de crescimento e recuperação em 2022 nos levaram a buscar mais uma vez novas formas de adaptação como solução. E, diante desse cenário, olhamos para 2023 antecipando a evolução contínua da experiência do cliente (CX) e as mudanças no cenário de negócios. Trazemos aqui uma breve imersão em tendências que esperamos ver. INOVAÇÃO LEVANDO A EFICIÊNCIA A previsão para 2023, segundo o Banco da Inglaterra, é que vamos passar a maior parte, se não o ano todo, em recessão. Há projeções de possibilidade de uma das maiores crises financeiras desde o início dos registros, afetando a confiança devido aos acontecimentos históricos, como a guerra na Ucrânia, altos custos de energia e o impacto da pandemia do COVID-19. Como resultado, as empresas serão cautelosas sobre como e onde investir, mas isso não significa que os planos de inovação serão cancelados, pelo contrário, a busca por soluções eficientes entra em jogo. E o que podemos considerar como soluções eficientes? Dentro da perspectiva de CX, que visa o atendimento ao cliente e até mesmo estratégias de posicionamento, uma ferramenta pode ajudar a melhorar os fluxos de trabalho e os resultados, ao mesmo tempo em que abrem novas oportunidades de crescimento, revertendo tal operação de atendimento de centro de custo para um gerador de lucro. USAR DADOS, E NÃO A INTUIÇÃO As organizações com foco no cliente usam cada vez mais dados para direcionar seus negócios, produtos e serviços. O esperado para o próximo ano é que sejam reunidos mais dados, de mais áreas da empresa, para que assim as melhores e mais ousadas decisões sejam tomadas com base em insights e informações, e não apenas na intuição. As empresas perceberão que já tem muito mais dados disponíveis do que pensavam inicialmente, podendo construir um relacionamento mais íntimo e personalizado. Quando as buscas da empresa se tornam ganhos rápidos e prazos de retorno sobre o investimento (ROI) mais curtos, o caminho mais assertivo é implementar ferramentas que possibilitem testar e ofertar seus produtos/serviços com mais singularidade e configurações. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: UMA NOVA ERA Com base nos pontos apresentados anteriormente, a necessidade de maior eficiência levará as empresas a buscar maneiras mais inteligentes de operar. Visando o equilíbrio entre proteger o bem-estar dos agentes e a necessidade de melhorar os resultados sem aumentar o número de funcionários, teremos um aumento significativo da automação. A Inteligência Artificial (IA) ainda não é perfeita, mas vem progredindo muito nos últimos anos e já estão disponíveis no mercado muitas soluções baseadas nessa tecnologia. A IA tornará a jornada do cliente uma experiência melhor, garantindo proatividade e prevenção para as empresas, que poderão saber o que seus clientes querem antes mesmo de pedirem. Por ser algo consideravelmente novo no mercado, esperamos que as empresas superem os problemas iniciais em suas implementações de IA e tornem-se mais corajosas em seus investimentos na área, para que assim possam oferecer um serviço melhor e mais personalizado. EXPERIÊNCIAS MAIS IMERSIVAS Conseguimos ter conversas fluidas com nossos familiares e amigos por telefone, pelas redes sociais e até pelo WhatsApp. Por que não ter essa comunicação entre empresa e cliente, por CRM? No próximo ano, conversas mais naturais e em um escopo mais amplo estarão presentes entre os canais que podem se comunicar entre si. Também é esperado que as empresas criem experiências mais imersivas, que ofereçam melhor valor tanto para os negócios quanto para os clientes. Isso pode incluir experiências de compra ao vivo que impulsionam o engajamento nas redes sociais, dando abertura para que as equipes de CX alcancem diretamente os clientes. Isso proporcionará novos fluxos de receitas, direcionando ao que seus clientes desejam, exatamente quando e onde quiserem. De acordo com o relatório Zendesk CX Trends 2022, mais de 70% dos clientes agora esperam um serviço de conversação sempre que buscam algum produto/serviço, e isso influencia em todos os estágios do ciclo de vida do cliente, desde a apresentação da marca até a fidelização do mesmo. E a promessa é que possamos conduzi-los com conversas que pareçam mais pessoais e gratificantes. Sabemos que o caminho para a implementação de ferramentas de CX não será fácil para clientes que buscam aumentar suas receitas e melhorar seu relacionamento, mas, se a história nos ensinou algo, é que nos tempos mais difíceis devemos ser corajosos e abusar da inovação. E é motivador sabermos que as ferramentas estão evoluindo e tornando-se cada dia mais acessíveis a qualquer empresa que deseja usá-las. A tecnologia está ao nosso lado, nos ajudando a ser mais inteligentes, principalmente em um momento onde todos enfrentamos medos e receios. Fonte: https://diginomica.com/
Por Digimax Criação 23 dez., 2022
Como funciona a conexão entre consumo e ativismo dentro das novas gerações, e por que este é um assunto importante a ser discutido?
Por David Nakagawa 16 dez., 2022
(3 minutos de leitura) E é por isso que empresas e profissionais do marketing digital buscam cada vez mais métodos sofisticados e refinados para trabalhar em cima dessa informação e garantir vantagem competitiva para seus clientes. O Google está sempre encontrando formas de se reinventar e, recentemente, passou por uma mudança em seu buscador. Agora, os usuários conseguem ter acesso a mais resultados rolando a página até encontrar o botão para a próxima página. Basicamente o novo método funciona como um scroll contínuo, facilitando que o usuário encontre mais conteúdo sobre o produto que ele buscou. De acordo com a avaliação realizada pela revista Search Engine Jornal, as mudanças tendem a ser vantajosas para os sites dos anunciantes na plataforma. O motivo para a revista acreditar nisso seria o fato de que os espaços para “brigar” por qualificação no Google diminuiria. No momento as mudanças estão disponíveis somente para desktop em inglês no Estados Unidos e ainda não possui uma data de lançamento para o Brasil. Contudo, as empresas parceiras, como a Digimax Adtech, estão atentas a novidade e aguardando a disponibilidade para compartilhar com seus anunciantes. Segundo a 3ª edição do estudo State of Search Brasil realizada pelo Hedgehog Digital, com foco em compreender os modos de busca on-line dos brasileiros, 70% das pessoas que consomem esse método de mercado tem como ponto de partida a pesquisa no Google. Dessa forma, quando essa mudança chegar ao Brasil, terá um grande potencial de otimizar o estilo de compra de bens comuns no país. A pesquisa também levantou informações sobre as variações na jornada do consumidor logo após realizar sua primeira pesquisa no Google. Estes dados podem contribuir para ricos insights para planos de campanhas de mídia, sendo eles: • 25% das pessoas entram em diversos sites para pesquisar pelo produto, imediatamente após acessar os links oferecidos pelo buscador; •19% utilizam novamente o buscador para maiores informações a respeito do produto; •16% procuram diretamente o produto no site da marca desejada; •14% dos consumidores utilizam o Google novamente para mais informações sobre a marca ou empresa que oferece o produto; •13% procuram ofertas e comparam preços na aba “Shopping”; •10% pesquisam o produto para realizar a compra em outro momento ou local; •3% já realizam a compra logo no primeiro link encontrado. Além disso, a pesquisa mostrou que o segundo hábito mais comum entre os usuários durante esse percurso da realização de compras (12% deles), é a busca por produtos diretamente no site das lojas e marketplaces, como, Americanas, Submarino e outros. Gostou desta informação? Siga a Digimax Adtech nas redes sociais, e esteja sempre por dentro das novidades de mercado que podem gerar oportunidades de vendas online. Fonte: https://www.mundodomarketing.com.br/
Por David Nakagawa 14 dez., 2022
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Reunimos alguns dos pensamentos dos maiores mestres do marketing contemporâneo. O objetivo é que você expanda os seus horizontes, pense em suas ações atuais e o que pode tirar daqui como lição para levar suas estratégias de marketing para outro nível. Vamos lá?
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Inovar exige riscos e experimentação. Mas, como inovar sem fugir da realidade da empresa? Primeiro, você precisa estar atento às tendências de mercado do seu segmento, quais ferramentas são indispensáveis para sua empresa e claro, ter visão de futuro.
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